Liderança

DEZ EXPERIÊNCIAS INCRÍVEIS QUE VOCÊ TEM AO SE ENVOLVER EM UM GRUPO DE VIDA

Dez experiências incríveis que você tem ao se envolver em um Grupo de Vida.

  1. Desenvolver relacionamentos. Em uma igreja grande com mais de duzentos membros, se frequentarmos o culto, dificilmente, estabeleceremos novas amizades e conheceremos pessoas interessantes. O GRUPO DE VIDA, por ser uma reunião de um grupo pequeno em um ambiente acolhedor de uma casa, permite isso. Ali, na hora das dinâmicas de quebra-gelo, nas programações especiais e na hora da comunhão, temos a oportunidade de conversar e conhecer pessoas.
  2. Abrir sua casa para que ali ocorra um GRUPO DE VIDA. O anfitrião é aquela pessoa que abre a própria casa para receber o GRUPO DE VIDA. Ele não precisa liderar esse Grupo de Vida, e é até melhor que seja assim. A pessoa deseja ter um Grupo de Vida em sua casa, ganha a mesma bênção que Obede-Edom recebeu quando, por algum tempo, guardou a arca da aliança em sua casa. Ao permitir que a presença de Deus seja tão forte quanto numa reunião como essa, você trará bênçãos específicas para o seu lar. Sua casa se torna uma extensão de nossa amada ICPI. Sua casa se torna um farol, um pesqueiro, um lugar de salvação e renovo.
  3. Tornar-se um líder. O mundo hoje prega muito o treinamento, o coaching, a importância de sermos empreendedores, de sermos gerenciadores. No GRUPO DE VIDA você tem na prática a oportunidade de aprimorar ou desenvolver todas essas áreas de gestão e administração, tornando-se um excelente líder. Para tanto, você terá a oportunidade de ser treinado. Nos cursos de liderança, você receberá as bases das doutrinas das Sagradas Escrituras e aprenderá a conduzir um GRUPO DE VIDA sadio.
  4. Ganhar uma pessoa para Jesus. Uma multiplicação consistente, saudável e sustentável passa pelo evangelismo. Precisamos ir até as pessoas e convidá-las para o GRUPO DE VIDA. Muitos que ainda não conhecem Jesus se sentirão mais à vontade se forem convidados para uma reunião em uma casa do que na igreja. É o lugar ideal para você convidar o vizinho, o amigo ou o parente que têm resistência ao evangelho.
  5. Fazer parte da história da igreja. Os GRUPOS DE VIDA são a manifestação de Atos. É fazer parte dos heróis da fé e ser parte do que está acontecendo na igreja, em vez de ser um mero espectador, contribuindo para o cumprimento da visão de ganhar multidões e cuidar bem delas!
  6. Ser pastoreado. O seu líder de GRUPO DE VIDA é o primeiro contato pastoral que você tem na igreja. É com ele, em primeiro lugar, que você deve aprender, ser exortado, cuidado, ouvido, discipulado e treinado para se tornar um líder.
  7. Multiplicar um Grupo de Vida. O ápice de um processo sadio em um GRUPO DE VIDA é a multiplicação. Não podemos confundir multiplicação com divisão. A diferença reside no fato de que o líder prepara desde o começo do processo o futuro líder. Este futuro líder começa a cuidar da pessoa que ele mesmo ganhou para Jesus por meio do evangelismo ou da consolidação dos cultos. Com o tempo, esse grupo em torno do líder em treinamento será ligado a ele até que seja capaz de conduzi-lo sozinho. Quando isso acontecer, ele sai do Grupo de Vida-mãe com essa turma e estabelece um novo Grupo de Vida. Uma multiplicação bem-feita é a base de um crescimento sustentável da igreja. É também um tempo de festa e gratidão ao Senhor.
  8. Formar líderes, inspirar, ser exemplo. Mais importante que ser líder de algo é deixar um legado. No GRUPO DE VIDA somos observados, seja como o líder, o anfitrião ou apenas um frequentador. Ali é o ambiente perfeito para dar testemunhos e inspirar as pessoas. Também podemos ter a experiência de formar novos líderes, contemplando com calma e qualidade todas as etapas desse apaixonante processo.
  9. Tornar-se um consolidador. Nos cultos recebemos os decididos no apelo final. São pessoas que atenderam ao chamado da nova vida em Cristo. É também a oportunidade de ministrar as lições da consolidação. Poucas experiências são tão gratificantes quanto levar um irmão para as águas.
  10. Aprender mais sobre a Palavra de Deus. O Grupo de Vida é um dos principais ambientes de estudo que temos em nossa igreja. A cada semana, juntos podemos destrinchar a Palavra de Deus. É o lugar ideal para perguntas, para esclarecer dúvidas da Bíblia, para compartilhar pensamentos e testemunhos que reforçam o tema discutido. Os estudos estão disponíveis no informativo todas as semanas.

 

Pr. Richarde Guerra.

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HOSPITALIDADE NO MINISTÉRIO DE CASA EM CASA

As coisas materiais tendem a dominar, em vez de servir. As pessoas começam a se concentrar nas coisas e não no propósito para elas. Jesus disse: “Cuidado! Cuide-se contra todos os tipos de ganância, a vida não consiste em abundância de bens” (Lucas 12.15). Quando Deus graciosamente dá um bom lar ou apartamento para um crente, não é apenas para consumo pessoal, mas para uso de outros.

Uma razão pela qual o ministério de casa em casa não cresce mais rapidamente é devido à falta de hospitalidade. As pessoas não estão dispostas a abrir suas casas para grupos de vida. Mas este problema também atormentou a igreja primitiva, e Pedro aborda o problema em I Pedro 4.9: “Ofereça hospitalidade uns aos outros sem resmungar”. A igreja primitiva dependia de membros hospitaleiros para abrir suas casas e alguns estavam resmungando sobre isso, ao invés de acolher alegremente os outros.

A palavra hospitalidade significa “ser amigável, recepção generosa e entretenimento de convidados, visitantes ou estranhos”. Os sinônimos são: recepção calorosa, dar boas-vindas, utilidade, vizinhança, calor, gentileza, congenialidade, generosidade, entretenimento, comida. Todos os crentes podem melhorar sua hospitalidade – sua generosidade, vizinhança e entretenimento dos convidados. Mas aqueles que abrem suas casas para Grupos de Vida têm uma oportunidade especial para oferecer hospitalidade.

O papel do hospedeiro é um dos aspectos mais subestimados do ministério celular. Nós ouvimos muito sobre o líder de Grupo de Vida, treinador e pastor, mas muito pouco sobre o anfitrião. No entanto, hospedar um Grupo de Vida pode fazer ou quebrar o ministério de casa em casa. Um anfitrião eficaz cria uma atmosfera acolhedora que atrai as pessoas de volta. Os anfitriões permitem que o líder do Grupo de Vida  se concentre nas pessoas presentes e o alivia de todo o trabalho de hospedagem adicional.

Existe um dom de hospitalidade? Alguns escritores pensam assim. Não tenho certeza se tal dom existe, mas acredito que certos dons espirituais tornam mais fácil hospedar um Grupo de Vida. Por exemplo, aqueles com o dom de ajuda, serviço, pastoral, de doação ou de misericórdia geralmente fazem ótimos anfitriões. E eu acredito que Deus colocou uma abundância dos dons de ajuda e serviço no corpo de Cristo. Os anfitriões que possuem dons de tipo “hospitalidade” fazem excelentes anfitriões “permanentes”. No entanto, eu também acredito que todos os cristãos devem crescer na hospitalidade e aprender a se tornar melhores hospedeiros.

 

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VIVER PREGANDO X PREGAR VIVENDO

 

 

Há uma enorme diferença entre viver pregando e pregar vivendo. Alguns se tornaram pregadores de Cristo. Falam sobre Ele e o que Ele tem feito, mas não demonstram isto em suas vidas. Outros demonstram isto por meio de sua vida e dispensam até mesmo palavras:

“Semelhantemente vós, mulheres, sede submissas a vossos  próprios maridos; para que também, se alguns deles não obedecem à Palavra, sejam ganhos sem palavra pelo procedimento de suas mulheres, considerando sua vida casta, em temor” (I Pedro 3.1,2).

Acredito que muitas vezes só deveríamos falar de Jesus depois que nossa própria vida conseguisse chamar a atenção dos outros. Pedro também ensinou sobre isto:

“Antes santificai a Cristo como Senhor em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (I Pedro 3.15).

O propósito deste ensino é despertá-lo a buscar o poder do Espírito Santo em sua vida. Sem ele, jamais chegaremos a ser o que Deus quer que sejamos: testemunhas eficazes. Somente pelo poder do Espírito é que romperemos numa vida cristã vitoriosa e frutífera. E quando isto acontecer, basta compartilharmos com outros o que nós temos vivido… Acredito que o processo de nos tornar testemunhas envolve três estágios distintos:

 

  1. Primeiro, o poder de Deus deve agir em nós;
  2. Depois, contamos aos outros o que experimentamos;
  3. Então, Deus confirma este testemunho com sinais.

Autor do texto: Luciano subirá

 

 

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ESPERAR E PROMOVER MULTIPLICAÇÃO ESPIRITUAL

O Senhor nos ordena que sejamos frutíferos, multipliquemos e enchamos a Terra. Tudo que tem vida deve se multiplicar. Crentes que conduzem outros a Cristo se multiplicam. Grupos de Vida se multiplicam. Igrejas se multiplicam.

Uma chave para experimentar multiplicação espiritual é esperar que ela aconteça (Gênesis 1.28; Atos 6.1,7; 9.31). Um espírito de fé bíblica e genuína deve estar presente em cada fase, cada etapa da vida do Grupo de Vida e do discipulado para garantir resultados divinos.

O ministério de Grupo de Vida, deve treinar o maior número possível de líderes como preparação para as futuras multiplicações dos Grupos de Vida. Cada Grupo de Vida não pode ter apenas um auxiliar, mas vários. O ideal é que cada membro do grupo de Vida seja um auxiliar. No momento da multiplicação, alguns ou todos estarão preparados para desempenhar a nobre função de cuidar dos irmãos, liderá-los para a maturidade.

Na visão atos 2020, o ideal é que o Grupo de Vida se multiplique duas vezes ao ano. Assim, em 12 meses, um Grupo de Vida deve treinar, no mínimo, seis auxiliares diretos e três indiretos.

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OS TRÊS PRINCIPAIS PROBLEMAS QUE IMPEDEM O CRESCIMENTO DO GRUPO DE VIDA

 

Todo ministério que trabalha em Grupos de Vida, invariavelmente, se depara com alguns problemas que acabam impedindo o crescimento. Avaliando todo o processo é possível identificar três principais problemas que impedem um Grupo de Vida de crescer.

O primeiro deles é o líder do Grupo de Vida não formar novos líderes. Isso mesmo! Apesar de parecer “óbvio” demais, ao se supervisionar o Grupo Vida, é muito comum se observar líderes que não estão formando outros líderes. Líderes que assumem todas as responsabilidades do Grupo de Vida e acabam não delegando e, consequentemente, não treinando novos líderes.

Se, durante a supervisão, este aspecto não for observado ou, até mesmo, se for negligenciado, o Grupo de Vida não vai alcançar a evolução desejada, a multiplicação.

O que tem acontecido muito é a multiplicação dos Grupos Vida, e não de líderes. E, é justamente este o motivo pelo qual o crescimento não se dá de forma constante, ou seja, é quando se observa muitos Grupos de Vida abrindo, mas, ao mesmo tempo, muitos Grupos de Vida  fechando, seja porque o mesmo líder está liderando mais de um Grupo de Vida , o que cansa e desgasta o líder, seja porque o líder enviou alguém que não estava preparado para liderar. Seja qual for o caso, em algum momento isso vai paralisar o crescimento.

O foco principal do trabalho em um Grupo de Vida  deve ser multiplicar líderes e não multiplicar Grupos de Vida. Porque quando se multiplica líderes, naturalmente, um novo  Grupo de vida se formará. Já quando o foco é multiplicar Grupo de Vida, nem sempre se consegue multiplicar líderes, o que acaba impedindo o crescimento do grupo.

O segundo principal problema é um Grupo de vida  que não ganha novas pessoas. É possível se observar Grupos de vida que passam seis meses sem ganhar ninguém. Veja, se um dos propósitos do Grupo de Vida  é ganhar novas pessoas, ficar meses sem ganhar ninguém é um problema muito sério!

Todo Grupo de vida deve ter como propósito principal o evangelismo “boca a boca” para que novos irmãos estejam chegando e se juntando ao grupo e, quando se tem um Grupo de Vida que há muitos meses não chega ninguém novo, então, realmente este Grupo de vida está com problemas sérios.

O que fazer se isto estiver acontecendo? É preciso que o supervisor, juntamente com o líder, elabore estratégias para motivar o grupo a ganhar e a atrair novas pessoas.

O terceiro grande problema que pode impedir um Grupo de Vida de multiplicar é a chamada “panelinha”. O grupo de Vida que virou “panelinha” é aquela mantém o mesmo grupo já há algum tempo e, quando chega a hora do supervisor falar em multiplicar, o grupo se levanta contra a possível “divisão do grupo”.

O supervisor de setor, o supervisor de área e o pastor responsável pela rede precisam impedir, a todo custo que a “panelinha” se instale no meio dos Grupos de Vida. Todo Grupo de Vida  já nasce com o propósito de crescer e multiplicar para que novas pessoas possam ser acrescentadas ao Reino de Deus. É fato que os vínculos de amizade, amor, comunhão e companheirismo são indispensáveis; entretanto, não podem impedir a multiplicação. A multiplicação é, na verdade, a possibilidade de se aumentar os vínculos de amizade. Então, não deve ser vista como “divisão” do grupo, antes, como um aumento do grupo. Novas pessoas chegarão ao grupo, novos  grupos serão formados e a “multiplicação” se tornará exponencial. Lembre-se: o grupo nunca é partido, ele aumenta! O grupo jamais se divide, ele se multiplica! Todo Grupo de Vida já nasce com um propósito, o de se multiplicar.

 

 

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A IMPORTÂNCIA DE UMA PAIXÃO

 

A paixão é o primeiro passo para a realização de qualquer coisa relevante, que seja realmente importante, na vida. Vejamos algumas razões da paixão ser tão importante em nossas vidas.

1 – A paixão ativa o potencial

O potencial é tudo o que se poderia fazer, mas ainda não fez; tudo o que se poderia ser e ainda não é. Potencial não é o que já foi feito, mas sim o que ainda falta ser realizado. É a paixão quem ativa esse potencial e nos leva a romper os próprios limites. Quem não é apaixonado não quer romper limites, antes quer o confortável, o cômodo, a proteção da zona de segurança.

2 – A paixão impacta outras pessoas

Uma paixão pode transformar a vida de uma pessoa. Se, ao evangelizar, você o fizer de forma superficial, com brincadeiras e zombarias, a pessoa evangelizada também se portará desta forma. Mas, se você olhá-la dentro dos olhos e falar de uma forma apaixonada, o resultado será diferente, certamente você a constrangerá. Ela será surpreendida e terá até certo temor, e isso a tocará e transformará a sua vida. Quando você falar com um clamor, ela ficará atenta e não haverá um ambiente para brincadeiras. Ela vai ouvi-lo, faça o teste.

3 – A paixão estabelece e mantém as prioridades

Você é lembrado e forçado a manter o foco pela paixão. Damos prioridade para aquilo que somos apaixonados. Nós decidimos andar nos caminhos de Jesus porque esse é o nosso coração, a nossa paixão. Esse é o nosso chamado e visão

4 – A paixão faz o impossível acontecer

O filme “Quatro minutos de glória” narra à obstinação de um jovem estudante de medicina que, após a Segunda Grande Guerra, decidiu quebrar um tabu no atletismo. Até então, nenhum homem havia conseguido correr uma milha em menos de quatro minutos. Para os especialistas, era o limite do ser humano.

Isso foi uma verdade inquestionável, até que ele, decidido testar seus limites, conseguiu correr a distância (equivalente a 1609 metros) em menos de quatro minutos. O que era impossível tornou-se possível quando alguém apaixonado testou seus limites. É claro que há coisas que são de fato impossíveis. Mas há coisas que são impossíveis apenas em nossa mente, em nosso conceito. A paixão nos libera desses falsos limites e nos dá forças para vencer. Reconhecer os próprios limites é honestidade, mas confinar-se neles é mediocridade.

 

Seja um líder cheio de paixão pelo que você faz e você verá coisas grandiosas acontecer a sua volta através de sua vida.

Texto: Bruno Monteiro

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GRANDES LÍDERES SÃO GRANDES LEITORES

 

 

As PESSOAS QUE NASCEM com capacidade natural para liderança, têm uma intuição especialmente forte. Outros precisam trabalhar duro para desenvolver e aprimorar isso. Mas, de todas as formas, a intuição vem de duas coisas: a combinação da habilidade natural, que está nos pontos fortes de uma pessoa, e de habilidades aprendidas. É uma intuição informada e surge nos líderes de uma forma que não acontece com outras pessoas.

Líderes são leitores de sua situação. Em todos os tipos de circunstâncias os líderes percebem detalhes que podem enganar os outros. Eles não precisam olhar estatísticas, ler informes ou examinar uma planilha. Conhecem a situação antes de terem todos os fatos.

Líderes são leitores de recursos. Líderes focam no processo de mobilizar pessoas e alavancar recursos para conseguir seus objetivos em vez de usar os próprios esforços individuais.

Líderes são leitores de tendências. Líderes intuitivos conseguem “sentir no ar” quando algo está acontecendo, quando as condições estão mudando e quando problema ou oportunidades estão se aproximando. Podem olhar anos, até décadas, à frente.

Líderes são leitores de pessoas. Ler pessoas é talvez a habilidade intuitiva mais importante que os líderes podem ter. Afinal, se o que você está fazendo não envolve pessoas, não é liderança. E se você não estiver persuadindo pessoas a segui-lo, não está liderando.

Líderes são leitores de si mesmos. Líderes devem saber não só seus pontos fortes e pontos cegos, suas habilidades e fraquezas, mas também o atual estado mental. Por quê? Porque líderes podem dificultar o progresso tão facilmente quanto podem ajudar a criar.

 

O QUE VOCÊ PRECISA APRENDER A LER MELHOR PARA MELHORAR SUA INTUIÇÃO DE LIDERANÇA?

Grandes líderes são grandes Leitores

 

As PESSOAS QUE NASCEM com capacidade natural para liderança, têm uma intuição especialmente forte. Outros precisam trabalhar duro para desenvolver e aprimorar isso. Mas, de todas as formas, a intuição vem de duas coisas: a combinação da habilidade natural, que está nos pontos fortes de uma pessoa, e de habilidades aprendidas. É uma intuição informada e surge nos líderes de uma forma que não acontece com outras pessoas.

Líderes são leitores de sua situação. Em todos os tipos de circunstâncias os líderes percebem detalhes que podem enganar os outros. Eles não precisam olhar estatísticas, ler informes ou examinar uma planilha. Conhecem a situação antes de terem todos os fatos.

Líderes são leitores de recursos. Líderes focam no processo de mobilizar pessoas e alavancar recursos para conseguir seus objetivos em vez de usar os próprios esforços individuais.

Líderes são leitores de tendências. Líderes intuitivos conseguem “sentir no ar” quando algo está acontecendo, quando as condições estão mudando e quando problema ou oportunidades estão se aproximando. Podem olhar anos, até décadas, à frente.

Líderes são leitores de pessoas. Ler pessoas é talvez a habilidade intuitiva mais importante que os líderes podem ter. Afinal, se o que você está fazendo não envolve pessoas, não é liderança. E se você não estiver persuadindo pessoas a segui-lo, não está liderando.

Líderes são leitores de si mesmos. Líderes devem saber não só seus pontos fortes e pontos cegos, suas habilidades e fraquezas, mas também o atual estado mental. Por quê? Porque líderes podem dificultar o progresso tão facilmente quanto podem ajudar a criar.

 

O QUE VOCÊ PRECISA APRENDER A LER MELHOR PARA MELHORAR SUA INTUIÇÃO DE LIDERANÇA?

 

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CONSOLIDAÇÃO, UM DESAFIO NA IGREJA LOCAL

Consolidação, um desafio na igreja local.

Ao longo do tempo, a igreja aprendeu que para seguir Jesus bastava congregar aos domingos e ouvir a Palavra ministrada no púlpito. Contudo, Deus nos chamou para algo maior, para um propósito. Nosso chamado consiste em aprender a consolidar os novos irmãos e assim sermos pais de multidões.

Nos dias de hoje, é muito questionável o que chamamos de “ganhar”. Muito se ensinou sobre ganhar multidões, mas pouco se falou sobre cuidar. Pense bem, do que adianta ganhar 200 mil pessoas se com poucos meses não sabemos como elas estão, se continuam firmes na fé em Jesus.

O ganhar torna-se mais fácil, mas o cuidar envolve amor. Para cuidar de alguém, é essencial dedicar tempo, paciência e compreensão. E foi essa a atitude de Paulo quando enviou uma carta a Filemon. Uma atitude de amor. O apóstolo tinha um pedido especial, e era para que Filemon pudesse receber Onésimo.

Quem era Onésimo? Era nada mais do que o escravo de Filemon. A Bíblia não relata especificamente quais crimes ou atos ilícitos ele teria cometido, mas conta que havia fugido da casa do seu dono e estava preso. Paulo, preso por seguir Jesus, conhece Onésimo no cárcere, e lá o ganha para Cristo.

O cuidar envolve perdoar e acolher. Onésimo poderia ser um homem complicado, mas Paulo não via a antiga natureza de escravo em Onésimo. Ele via um novo homem que desejava transformação.

Esquecendo de tudo o que o escravo poderia ter feito ao seu senhor, Paulo age com o cuidado de um pai que perdoa. Ele sabia que deveria dar o amor de Deus. Onésimo poderia ser entendido hoje como um novo convertido. Alguém que precisava ser integrado ao seio de uma nova família.

O cuidar envolve investimento e restituição. O apóstolo Paulo além de pedir a Filemon para acolher o novo irmão, fala de uma possível restituição, caso Onésimo tivesse trazido prejuízos.

 

Natasha Carvalho – com ideias do pastor Geraldo Batista

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CRIANÇAS NAS CASAS E NO TEMPLO


Em muitas igrejas na Visão Atos 2020 existe um Ministério Infantil que realiza o Culto das Crianças todos os domingos. Lá as professoras e professores repassam lições, fazem atividades e estimulam a participação de todos.
Os Grupos de Vida infantis também tiram proveito da dinâmica e dos materiais que são utilizados aos domingos, de forma que se mantém uma qualidadeboa e unificada.
Dependendo da idade das crianças, varie e adapte essas sugestões de acordo com seu caso específico. É sempre bom procurar ajuda e apoio dos obreiros e líderes do Ministério Infantil, pois eles têm recursos e sugestões maravilhosas.
Distribua tarefas, peça que eles mesmos se encarreguem de procurar e trazer para a reunião sugestões e atividades criativas, as quais enriquecerão os estudos e produzirão dinamismo e graça.
Modelo para crianças de 0 a 8 anos
1. Louvor e adoração (pode ser CDs infantis) – 10 minutos
2. Brincadeiras – 10 Minutos
3. Oferta (ler a Bíblia na Linguagem de Hoje) – 5 minutos
4. Historinha bíblica (logo após a historinha, é bom as crianças colorirem personagens da respectiva história) – 15 minutos
5. Passar a Visão Atos 2020 (data da multiplicação e convidar amiguinhos) – 5 minutos
6. Oração pelos problemas das crianças e pelos alimentos da “Marcha do Amor” – 5 minutos
Tempo total 50 minutos
Muita comunhão

Modelo para crianças de 7 a 12 anos
1. Louvor e adoração com coreografias e danças – 10 minutos
2. Atividades bíblicas (perguntas e respostas, gincanas, etc.) – 10 minutos
3. Ofertas (com explicação bem clara sobre o que é a oferta e para que serve, estimulando todos a colaborar) – 4 minutos
4. Mensagem (baseada na história contada no Culto das Crianças do domingo, que pode ser ilustrada e participativa) – 15 minutos
5. Oração pelos alimentos trazidos na “Marcha do Amor” – 5 minutos
6. Passar a Visão Atos 2020sobre Culto de Celebração, TEL, ganhar os amiguinhos, dar bom testemunho, ser obediente aos pais, multiplicação, etc. – 6 minutos
7. Oração por cada criança e pelas famílias – 5 minutos
Tempo total 55 minutos.

 

 

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COMO LEVAR AS PESSOAS DAS PARA O TEMPLO

Como levar as pessoas das casas para o templo.

Um dos maiores desafios de líderes que trabalham com a visão de Grupo de vidas é, justamente, envolver as pessoas que frequentam as Grupo de Vida nos cultos de celebração.
Então, seguem algumas dicas que podem ajudar nesse processo:
1ª DICA – Falar, constantemente, nos Grupos de Vida sobre os cultos de celebração.
É extremamente importante que todos os membros do Grupo de vida estejam falando sobre como foi o culto de celebração da última semana.
Orientar os membros a estarem dando testemunhos de vitórias, comentando sobre como a Palavra foi impactante, de quantas pessoas entregaram a vida para Jesus após a ministração e do quanto foi tremendo o derramar da unção sobre a Igreja, por exemplo, é uma estratégia que costuma gerar resultados imediatos.
Quando as pessoas do Grupo de Vida dão testemunhos como estes, se mostram empolgadas e ansiosas pelo próximo culto, por si só, desperta naquela pessoa que não está indo à Igreja no domingo, o desejo de ir, para ver o que está acontecendo.
2ª DICA – Apresentar as pessoas que não frequentam os cultos de celebração a líderes de outros departamentos
É extremamente importante apresentar essas pessoas aos líderes de outros departamentos, principalmente, em ocasiões de festas.
Sempre que houver uma comunhão, chame líderes e pessoas de outros departamentos da Igreja com os quais as pessoas do Grupo de Vida que não estão envolvidas nos Cultos poderão se identificar, como o líder de casais ou do infantil, por exemplo.
Pedir para o líder de setor, de área visitem seu Grupo de Vida também é uma boa estratégia. Você irá proporcionar um encontro casual onde laços poderão ser formados, além de dar a oportunidade a todos do Grupo de Vida de conhecerem um pouco mais a Igreja como um todo.
Falar sobre os eventos extras, ou seja, eventos de ministérios específicos também é uma boa estratégia. Então, havendo o interesse, leva-se o líder para visitar o Grupo de Vida ou faz-se o convite para que a pessoa esteja indo à Igreja conhecer o trabalho do ministério em questão.
3ª DICA – Procurar saber se existe alguma dificuldade para que essas pessoas não estejam indo aos cultos de celebração
Pode acontecer que algumas dessas pessoas não estejam indo porque não têm condições de pegar a condução necessária, por exemplo, o que poderia ser facilmente resolvido com uma carona solidária. Outra situação comum é o esposo não deixar a esposa ir ao culto de celebração por ser à noite e não saber que existem outras opções, às 10h ou às 16h, por exemplo.

Todas estas dicas são importantes. Porém, o mais importante de tudo é o líder se importar com as vidas. Porque quando o líder se importa, ele se compromete em servir e isso se reflete em suas atitudes que geram a simpatia das pessoas.

Texto: Bruno monteiro Adap.(casa de Jetro)

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TESOUROS QUE VOCÊ JAMAIS DEVERIA PERDER

Na parábola da dracma perdida (Lucas 15. 8,9), Jesus conta acerca de uma mulher que tinha 10 dracmas(moedas) e perdeu uma delas. Para achar a dracma, aquela mulher acendeu a luz, varreu a casa e, desse jeito, achou o que procurava. Para não perdemos nossa comunhão com Deus, necessitamos fazer grandes varreduras.

 

Deus também é bem claro quando nos revela que Ele deseja que procuremos aquilo que foi perdido.

  1. Jamais perca o primeiro amor por Jesus. Quando temos um encontro com Jesus ansiamos por estar envolvidos na igreja, no Grupo de Vida e no discipulado. O primeiro amor por Deus é quando vibramos com a oração e a leitura da Bíblia. Não podemos abandonar esse amor. Caso aconteça dele esfriar devemos agir imediatamente e procurar o que motivou a nossa apatia espiritual.
  2. Jamais perca o norte de sua fé em Jesus. Norte significa o senso de direção e do propósito de Deus para nossa vida. Muitos desistem de prosseguir pelas circunstâncias, contudo a Bíblia fala que não podemos retroceder (Filipenses 3.13). Jesus é o maior exemplo de perseverança, Ele foi fiel até a morte, suportou tudo por nós, pois sabia que sua missão era o destino de toda a humanidade.
  3. Jamais perca a consciência de sua finitude. A nossa vida é algo breve, porque estamos na terra por um curto período de tempo. Ainda assim a nossa vida não pertence a nós, somos apenas estrangeiros (Hebreus 11.13). Por esse motivo temos que procurar investir do nosso melhor a Deus. Nossa pátria está nos céus, então porque amar o que pertence a este mundo?
  4. Jamais perca a bênção de um coração quebrantado e contrito. Quem tem o coração humilde está pronto para confessar pecados, admite a correção e age como alguém transformado. Só desse modo nossas orações são ouvidas por Deus, porque Ele rejeita os soberbos, mas ama os humildes (Tiago 4.6).
  5. Jamais perca a paixão por pessoas. Na parábola do filho pródigo (Lucas 15. 11-32), vemos o amor do pai pelo filho. Apesar da partida do filho, o pai nunca desistiu dele. E quando o filho chega em sua casa, ele prepara um grande banquete. Porque Deus nos amou e nos adotou como filho, temos que retribuir esse amor. E a única forma de agradar o coração do Senhor é ser apaixonado por aquilo que ele ama, que são as pessoas.

 

Natasha Carvalho – com ideias do pastor Domingos Jardim

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O LÍDER DE SUCESSO PRECISA TER CORAGEM


Todo líder que é bem-sucedido tem coragem. Davi foi um líder que nos deixou grandes exemplos de coragem em sua trajetória. Por diversas vezes, ele mostra ser um líder corajoso. Davi mostra coragem quando briga com o urso e com o leão para defender as suas ovelhas; Davi mostra coragem quando decide encarar o gigante Golias e remover a afronta sobre Israel; Davi mostra coragem quando decide recuperar o que havia perdido quando ele estava em Ziclague e, em várias outras situações também, ele se mostra ser um líder corajoso.
O líder de sucesso precisa de coragem para defender as suas ovelhas
Muitas situações colocam as nossas ovelhas em perigo e nós, como líderes, precisamos dessa coragem para enfrentar o que tiver de enfrentar, defendendo as ovelhas que o Senhor nos confiou. O líder bem-sucedido vai até as últimas consequências defendendo as ovelhas que estão sob sua responsabilidade ele não aceita de maneira nenhuma o inimigo roubar e levar as ovelhas que o Senhor confiou em suas mãos.
Lute com coragem, querido líder! Lute com todas as suas forças e não deixe Satanás roubar nenhuma das ovelhas que Deus colocou sobre a sua responsabilidade.
Coragem para encarar os gigantes
Davi teve coragem e encarou o grande gigante Golias. Além de representar uma ameaça para Israel, Golias representava uma recompensa para Davi. Existem momentos em nossa vida que precisamos vencer algo que tem nos ameaçado e, para isso, precisamos de coragem para enfrentar, para encarar o gigante que está nos ameaçando.
Também existem momentos em que estamos buscando algo que vá nos abençoar, isso será a nossa recompensa e, para recebê-la, precisaremos decidir enfrentar alguns gigantes para desfrutarmos da recompensa.
Lembro-me que, em certo momento de nosso ministério, precisei enfrentar um gigante, tanto para remover a ameaça, quanto para viver uma recompensa. Tínhamos um prédio alugado para realizar os cultos, e tínhamos muitas dificuldades com o proprietário do imóvel. Ele lutava de todas as maneiras para impedir que a nossa igreja avançasse. As suas ameaças me tiravam o sono.
Foi quando um dia, eu descobri que precisava de CORAGEM para enfrentar aquela situação, removendo a afronta e buscando uma recompensa. Decidimos que iríamos comprar um grande terreno e iríamos construir a maior igreja da cidade. Foi exatamente isso o que aconteceu. Nós removemos a afronta e fomos recompensados com uma bênção grandiosa da parte do Senhor.
Tenha coragem e você será muito bem-sucedido na liderança que Deus tem confiado em suas mãos.
TEXTO: Bruno Monteiro

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PASSANDO TEMPO COM JESUS DIARIAMENTE

PASSANDO TEMPO COM JESUS DIARIAMENTE

Jesus precisava passar um tempo a sós com Seu Pai. Então, quanto mais nós? Ele é o nosso exemplo. Lucas 5.16 diz: “…Jesus retirava-se para lugares solitários, e orava”. Lucas 5.15 explica que a fama de Cristo estava se espalhando, e o sucesso de Seu ministério O compeliu a passar mais tempo com Deus. No meio de um ministério cada vez mais ocupado, Ele se separava da multidão para um tempo em silêncio. Marcos 1.35 diz: “De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus levantou-se, saiu de casa e foi para um lugar deserto, onde ficou orando”. Antes que Seu dia começasse a ficar ocupado, Jesus passava um tempo com o Pai.

Um tempo de devocional diário é a única disciplina mais importante na vida cristã. Durante esse período diário, Jesus nos transforma, nos alimenta e nos dá nova revelação. Por outro lado, não passar tempo suficiente com Deus pode trazer a agonia da derrota. Quantas vezes nós corremos para fora da casa, esperando realizar um pouco mais, só para voltarmos machucados, deprimidos e magoados? Quando começamos o dia sem ter tempo com nosso Senhor, nos falta energia e alegria para enfrentar as exigências da vida.

Em meu projeto de pesquisa de 700 líderes de Grupo de Vida em oito países, a vida devocional dos líderes apareceu consistentemente entre as três principais variáveis mais importantes. Em outras palavras, aqueles líderes de Grupo de Vida que gastavam mais tempo em suas devocionais diárias eram mais suscetíveis a efetivamente conduzir seu grupo de célula à multiplicação do que aqueles que gastavam menos. Durante momentos silenciosos a sós com o Deus vivo, o líder de célula ouve a voz de Deus e recebe Seu direcionamento. Nesses momentos quietos, o líder compreende como lidar com a falação constante, como esperar pela resposta de uma pergunta, ou como ministrar a um membro ferido do grupo. Líderes de Grupo de Vida se movendo debaixo do direcionamento de Deus têm um senso de direção e liderança intocável. Membros do grupo respondem a um líder que ouve de Deus e conhece o caminho. Deus traz sucesso

Alguns cristãos resistem a noção de separar um tempo diário para buscar a Deus. Alguns até dizem, “Eu oro o tempo todo”. Sim, a Bíblia nos diz para orar sem cessar (I Tessalonicenses 5.17), e Paulo nos implora a “…orar todo o tempo com toda oração e súplica no Espírito” (Efésios 6.18). Mas Jesus nos dá o outro lado da moeda. Ele diz em Mateus 6.5,6: “E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente”. Esses versos mapeiam um momento específico separado para buscar o Pai- um momento para meditar em Sua Palavra, ouvir a voz do Espírito, adorá-Lo e interceder por outros.

TEXTO: Joel Comiskey

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FAZER O QUE NINGUÉM QUER FAZER

Fazer o que Ninguém quer fazer

Na passagem do livro de João vimos que os discípulos não queriam lavar os pés uns dos outros: “Aproximou-se, pois, de Simão Pedro, que lhe disse: Senhor, tu lavas-me os pés a mim?… Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés” (João 13.6,8b).

Na verdade, essa fala de Pedro demonstra que, como Jesus era mestre e Senhor, não poderia se rebaixar ao nível de um servo para limpar a sujeira. E eles jamais teriam essa atitude uns com os outros, pois não queriam se rebaixar para ninguém. O ser humano tem a tendência de ser orgulhoso, mas Jesus vem mostrar que servir, liderar e ser bem sucedido é fazer o que outras pessoas não fariam.

Aquilo que nós fazemos, que normalmente as pessoas à nossa volta não fazem, faz acender uma luz. Ou seja, atitudes positivas chamam a atenção e motivam a vida das pessoas que nos cercam. Por exemplo, se eu, que sou pastor e líder, tiver a postura de manter a igreja sempre limpa, se eu for à casa das pessoas fazer uma visita, se eu for levar uma cesta básica para um irmão, estarei dando o exemplo, pois as pessoas verão que estou fazendo o que outros não querem fazer. Será que todos estão dispostos a irem a um local de difícil acesso só para fazer uma oração, ou para levar alguma ajuda? As suas atitudes como pastor e como líder é que determinarão se as ovelhas, se os liderados permanecerão ao seu lado ou se terão a vontade de sair pelas portas dos fundos sem que você perceba.

Tenho visto que, quando temos uma atitude de servir e de fazer o que os outros não fazem, somos tachados de “bobos”, de “otários”. Mas, verdadeiros líderes fazem, líderes de sucesso fazem o que líderes fracassados não fazem.

Autor: Bruno Monteiro

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CORRENDO RISCOS POR JESUS

Uma vez que o Espírito Santo habita em cada cristão, podemos confiar de que Ele há de completar Sua obra por meio deles. Sim, existem riscos ao se encorajar o envolvimento de leigos no ministério. No entanto, creio que há muito mais riscos em não fazê-lo. O risco de não absorver os leigos no ministério é a estagnação. Correr riscos é normal, e é a forma de amadurecer as pessoas e fazê-las crescerem. Cloud e John Townsend escrevem no seu melhor livro, Boundaries (Limites).

“O pecado que Deus repreende não é tentar e falhar, mas não tentar. Tentar, falhar e tentar de novo é aprendizado. Não tentar não traz bons resultados; o mal irá triunfar”. Deus expressa sua opinião acerca da passividade em Hebreus 10.38,39: ‘Mas o justo viverá da fé; E, se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele. Nós, porém, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles que creem para a conservação da alma’. O comportamento passivo, ou mesmo que recua, intimidado, é intolerável para Deus, e quando nós entendemos o quanto isso é destrutivo para nossa alma, podemos perceber porque Deus não tolera essa atitude” (pp 99-100).

Tentar e falhar é o modo como aprendemos, e como crescemos e amadurecemos. O medo de errar tem levado muitas igrejas a sufocar o trabalho dos leigos por meio de requisitos intermináveis e níveis de organização. Igrejas e agências missionárias têm feito isso por anos. Roland Allen (1868-1947), um ministro anglicano e missionário na China, percebeu que a obra de Deus foi muitas vezes prejudicada pela falta de confiança de que Espírito Santo usaria pessoas comuns na edificação da Igreja. Allen escreveu o livro The Spontaneous Expansion of the Church (A Expansão Espontânea da Igreja), no qual ele diz, “Cristo treinou seus líderes, levando-os consigo enquanto ele ensinava e curava, fazendo a obra que eles, como missionários, fariam; nós treinamos em instituições. Ele treinou bem poucos, com quem ele tinha um relacionamento pessoal; nós treinamos muitos, que simplesmente passam pelas nossas escolas, tendo em vista um exame e um compromisso” (p. 27)

Texto: Joel Comiskey

Se falharmos ao permitir que o Espírito Santo revista as pessoas com poder, prestamos um grave desserviço. Na verdade, estamos impedindo que as pessoas sejam quem Deus quer que elas sejam. Permitir que as pessoas participem ativamente na obra de Deus é arriscado, e sim, nem sempre poderemos controlar o que pode acontecer. No entanto, temos que ser como Cristo, e preparar os nossos leigos para serem ministros, discípulos, coparticipantes, e mudar o mundo no processo. Sim, pode ser arriscado, mas há muito mais risco em não fazê-lo.

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OBSTÁCULOS DA ORAÇÃO E SUGESTÕES PARA SUPERÁ-LOS

Se a oração é tão importante, por que não vamos orar mais? Neste artigo, eu identifiquei alguns dos obstáculos para uma vida de oração e, em seguida, sugeri medidas para superá-los. Aqui estão algumas delas:

A falta de prioridade

Esta é uma opção de valor. O velho ditado é verdadeiro: “valorizamos o que fazemos e fazemos o que nós valorizamos.” Pastores e igrejas que valorizam a oração estão orando. Essas igrejas que oram pouco realmente não tem oração como valor.

Sugestões para superar este obstáculo: Peça a Jesus para fazer da oração uma prioridade e, em seguida, tome medidas de ação.

Poucas opções

Alguns pastores e igrejas não dão a seus povos opções de oração suficientes. Talvez, eles só pedem o seu povo a orar em “quarta-feira” às 7h. O problema é que muitos não podem ir para a igreja naquele horário devido a conflitos de agenda.

Sugestões para superar este obstáculo: fornecer mais opções para as pessoas. Peça às pessoas para orar em um número de níveis: reuniões oficiais em toda a igreja de oração, encontros em grupos de vida, reuniões de oração à meia-noite, a oração antes da celebração, correntes de oração, e assim por diante. Lembre-se que a oração é o ar da igreja.

Falta de acompanhamento

Mas Jesus disse aos seus discípulos, peçam e vocês receberão. Por exemplo, em João 16:24 diz: “Até agora vocês não pediram nada em meu nome. Pedi e recebereis, e vossa alegria será completa”. Um obstáculo para a oração é não acreditar que Deus deseja responder a oração. É fácil desistir cedo demais e não ser persistente quando não acreditamos que Deus vai realmente responder.

Sugestões para superar este obstáculo: Anote pedidos de oração das pessoas, dê seguimento aos pedidos de oração, e, em seguida, se alegrem quando Deus responde às orações. Por exemplo, no meu próprio grupo de vida, peço a cada membro para compartilhar seus pedidos de oração e, em seguida, na próxima semana, vamos acompanhar o que aconteceu. Temos sido muito incentivados por orações respondidas e motivados a continuar orando. Certifique-se de comunicar-se com as respostas de amor de Deus à sua igreja diante da oração do Seu povo e as pessoas serão incentivadas a continuar orando.

Texto: Joel Comiskey

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SEJA MOLDADO POR DEUS

                                                                      

Você já viu um oleiro formando um vaso? Ele pega no barro, sem forma, coloca na roda e, pouco a pouco, vai moldando a forma do vaso. É assim que Deus quer agir em nossas vidas, nos transformando em algo muito mais bonito, que sozinhos não conseguimos ser. Mas será que aceitamos ser moldados por Deus?

Todos fomos criados por Deus com grande potencial. Assim como o barro pode tomar muitas formas diferentes, cada vida é única e tem um propósito especial. Deus tem um plano para nossa vida e quer nos moldar segundo esse plano. Mas muitas vezes nós não queremos ser o barro. Queremos ser o oleiro! Queremos ter o controle sobre nossa vida, decidir a forma que vai tomar. Não queremos a interferência de Deus. Achamos que conseguimos nos moldar sem ajuda, seguindo nosso próprio caminho. Mas nós somos barro! Por mais que tentemos, não conseguimos alcançar a perfeição do vaso completo. Continuamos uma massa de potencial sendo desperdiçado. Precisamos de um oleiro. Quando reconhecemos nossas falhas e entregamos nossa vida a Jesus, estamos dizendo para Deus: “eu preciso que você molde minha vida”. Precisamos de humildade para admitir que somos barro. Mas agora, nas mãos de Deus, tudo se transforma!

A mudança não acontece toda de um dia para outro. Quando nos entregamos a Jesus, assumimos um compromisso para a vida toda. E, ao longo de nossa vida, Deus vai nos moldando. Nas mãos do Oleiro, nossa vida tem futuro e propósito. Quando estamos nas mãos de Deus, temos segurança. Se cairmos no pecado e nossa vida se desmorona, podemos pedir perdão e consertar as coisas com Deus. Então, ele reconstrói o que deu errado e nos ajuda a vencer o pecado. Não é um processo fácil nem rápido mas é a melhor maneira para construir uma vida sólida. No fim, o vaso completo é cozido pelo oleiro e se torna algo forte e duradouro. Da mesma forma, quando nossa vida é moldada por Deus, no fim teremos uma vida firme, preparada para a eternidade!

 

Deixe Deus moldar sua vida para a eternidade.

 

Autor: Desconhecido

 

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CONSTRUA PONTES EM VEZ DE CAVAR ABISMO

Somos construtores de pontes, não cavadores de abismos. Somos ministros da reconciliação, não promotores de contendas. Somos pacificadores, não geradores de intrigas. O ministério da igreja é de aproximação das pessoas e não de afastamento delas. Somos um só corpo e membros uns dos outros. Quando um membro do corpo sofre, todos sofrem com ele; quando um membro é promovido, todos se regozijam com ele. Para isso, precisamos tomar algumas medidas. Em primeiro lugar, reconhecer que somos falhos e erramos uns com os outros. Não somos uma comunidade de pessoas perfeitas. Nós ainda estamos sujeitos a falhas e tropeçamos em muitas coisas. Isso obviamente não nos dá o direito de errarmos intencionalmente. A vida cristã não nos dá uma imunidade para pecar. Precisamos ser vigilantes para não sermos pedra de tropeço para os nossos irmãos. Porém, o fato de errarmos uns com os outros não anula o fato de que somos uma só família e um só rebanho. O apóstolo Paulo admite que na igreja há momentos em que temos queixa uns dos outros.

Em segundo lugar, reconhecer que o caminho do arrependimento e do perdão é a única forma de construir pontes em vez de cavar abismos. Um cristão demonstra sua maturidade espiritual quando reconhece seu erro e tem disposição de pedir perdão. Não há comunidade saudável sem o exercício do perdão. Somos a comunidade dos perdoados e dos perdoadores. Quem não perdoa não pode orar, não pode ofertar, não pode ser perdoado. Quem não perdoa adoece emocional e fisicamente. A Bíblia diz que precisamos perdoar uns aos outros como Deus em Cristo nos perdoou. Esse perdão deve ser imediato, pleno e definitivo. O perdão sara as feridas, restaura os relacionamentos, produz comunhão e glorifica a relacionamentos, produz comunhão e glorifica a Deus. Ferir uns aos outros ou guardar mágoas produz doença emocional e desavença relacional. É tempo de construirmos pontes em vez de cavarmos abismos em nossos relacionamentos dentro da nossa família e da igreja.

Em terceiro lugar, reconhecer que Deus nos chamou para sermos ministros da reconciliação. Nós fomos chamados para pregarmos a reconciliação do homem com Deus e do homem com o próximo. Nós fomos vocacionados para construirmos pontes em vez de cavarmos abismos. Os filhos do Reino são pacificadores e os pacificadores são chamados filhos de Deus. A Bíblia diz que o amor cobre multidão de pecados. Quem ama busca a reconciliação. Em quarto lugar, reconhecer que nenhuma vitória tem gosto de vitória se a comunhão fraternal é quebrada. A única vitória que glorifica o nome de Cristo é a decisão de restaurar o que foi quebrado, de aproximar o que foi afastado. Paulo diz: “no que depender de vós, tende paz com todos os homens”. Ainda diz que se preciso for, devemos sofrer o dano para construir as pontes da reconciliação. A Palavra de Deus diz que devemos ter o mesmo sentimento que houve também em Cristo. Ele não revidou ultraje com ultraje. Ele rogou ao Pai que perdoasse seus algozes e até mesmo atenuou-lhes a culpa, dizendo que eles não sabiam o que estavam fazendo. A Bíblia inteira é um apelo à reconciliação com Deus e a reconciliação fraternal. O apóstolo Paulo chega a afirmar que se não houver perdão dentro da igreja, Satanás leva vantagem sobre nós. Que Deus nos ajude a amar uns aos outros, a dar a nossa vida uns pelos outros, a perdoar uns aos outros como Deus em Cristo nos perdoou e a construirmos pontes em vez de cavarmos abismos.

 

 

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O LÍDER NÃO TEM QUE FAZER TODO TRABALHO

“Eu sou o líder do Grupo de Vida. Eu preciso fazer todo o trabalho”. Errado! O líder do Grupo de Vida é o facilitador, não o cavalo de carga. Você é a pessoa que orquestra o trabalho para todo o grupo realizar.

 

Lembra-se do conceito de pescar com rede versus o conceito de pescar de anzol? É a equipe que faz o trabalho. Todo mundo participa!

Há muito trabalho para um líder fazer sozinho. Considere as pressões que um líder de GV coloca sobre si mesmo quando ele abraça a declaração: “Eu preciso fazer todo o trabalho”.

  • Preparar e facilitar todas as várias partes da reunião semanal, fazendo tudo parecer muito organizado e profissional;
  • Alcançar pessoalmente seus amigos perdidos (e seus membros desviados) para Cristo;
  • Reunir com todo mundo do grupo o máximo de vezes possível para mentorear e discipulá-los para serem cristãos fortes;
  • Treinar um auxiliar pelo exemplo dele observar o que você faz, para que quando ele começar o seu próprio grupo saiba o que fazer.

Ao invés de fazer tudo você mesmo – o que nunca criará uma sensação de comunidade nem levantará novos líderes – envolva a equipe! Peça aos outros para ajudá-lo em todos os aspectos da vida do Grupo de Vida e da liderança:

  • Delegue todas as várias partes de sua reunião semanal para outros, e observe-os aprender enquanto fazem isto. Peça a alguém no grupo para cuidar dos lanches, da oração, do louvor e do tempo de ministração;
  • Estabelecer relacionamentos do tipo mentor-protegido em seu grupo (ou parcerias de prestação de contas) e chamá-los para ver como estão indo. Esses relacionamentos serão muito frutíferos se tiverem uma tarefa difícil para completar juntos, como o discipulado da igreja ou o trilho de treinamento;
  • Reunir-se com todos os seus auxiliares toda semana e juntos decidir quais os próximos passos que seu grupo deve dar. Então deixe ele ou ela aprender em experiência de primeira mão, ao conduzir o Grupo de Vida de um a outro ministério ou avanço evangelístico, assim como facilitar as reuniões semanais. Isto reduzirá a sua carga de trabalho e dará aos novos líderes uma visão para o futuro.

Ao envolver outros e forçar-se a si mesmo a delegar responsabilidades, o grupo se tornará um lugar empolgante para ministério e crescimento. E você não se sentirá como Atlas, com o peso do mundo sobre os seus ombros.

 

Texto: Joel Comiskey

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DE DOIS EM DOIS

 

É interessante como Jesus enviou seus discípulos em duplas, para plantar igrejas nas casas que poderiam alcançar toda uma localidade (Lucas 9.1-6; 10.1-11). Falamos sobre ministério em equipes, mas ainda não o suficiente, em minha opinião

A igreja primitiva seguiu o exemplo de Jesus quando começou a plantar igrejas nas casas. O casal Áquila e Priscila plantou igrejas nas casas em várias partes do Império Romano (Atos 18.26; Romanos 16.3; I Coríntios 16.19; II Timóteo 4.19). O Apóstolo Paulo desenvolvia um extraordinário trabalho em equipe,  nos seus esforços missionários (Atos 12.25; 13.1; 15.39). Aliás, a norma na igreja primitiva era ter uma equipe de líderes que supervisionava as igrejas nas casas. Paulo, por exemplo, disse aos líderes da igreja em Éfeso que o Espírito Santo os havia instituído “supervisores” (bispos) do rebanho (Atos 20.28)

Quando escreveu à igreja de Filipos, Paulo saudou a congregação, e, separadamente os bispos (Filipenses 1.1). Quando escreveu a Tito, Paulo lhe direcionou a levantar anciãos, a quem ele identificou com a função de “supervisores” (Tito 1.5-7). Michael Green, escrevendo sobre a liderança na igreja primitiva, diz:

“Liderança está sempre no plural: a palavra “presbítero”, derivada de “sacerdote”, é regularmente usada no plural quando descreve o ministério cristão no Novo Testamento. Eles eram uma equipe de liderança, apoiando e encorajando uns aos outros, e sem dúvida compensando as deficiências uns dos outros. Essa equipe de liderança é muito evidente nas jornadas missionárias do Novo Testamento e o texto de Atos 13.1 em diante é particularmente interessante. Indica não apenas uma liderança plural na Antioquia, composta por 5 membros, mas diversos tipos de liderança: alguns “profetas”, a quem eram confiados os dons carismáticos, enquanto aos “mestres”, o estudo das Escrituras (Evangelism in the Early Church,pag. 25, Ed. Kindle).

Considero muito mais libertador dizer aos lideres do futuro que eles não liderarão um grupo sozinho, mas em equipe. Líderes em potencial sentem muito mais segurança ao saber que eles não terão que fazer tudo sozinhos! Novos grupos serão muito mais saudáveis se forem liderados por um líder que trabalha em equipe.

 

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NÃO EXISTE LÍDER PERFEITO

Não Existe Líder Perfeito

Quando você olha para o seu Grupo de Vida e se pergunta: “Qual dessas pessoas poderia liderar o próximo grupo?”; a resposta correta é: “Todas!”. Claro, algumas pessoas estão mais prontas agora. Algumas pessoas precisam ser equipadas ou treinadas. Mas não há uma característica principal que você deve procurar. As pessoas quietas podem liderar de modo tão eficaz como as extrovertidas. Quem tem o dom do serviço pode liderar um grupo em crescimento assim como quem tem o dom do ensino ou de evangelismo.
Descobrimos que os líderes de grupos de Vida eficazes não têm certo tipo de personalidade, um dom específico ou uma posição específica na vida. Qualquer pessoa tem o potencial de se tornar um grande líder de pequeno grupo. Para sermos honestos, provavelmente devemos deixar de fazer essas perguntas por que toda vez que olhamos para as respostas das pessoas e as comparamos com o crescimento de seus grupos, obtemos os mesmos resultados de nossos estudos estatísticos.
Não existe um tipo de líder perfeito. O líder perfeito é a pessoa que depende de Jesus e dos outros para fazer a obra. O que importa são vários comportamentos-chave que se relacionam com amar a Deus e amar os outros. Quais pessoas do seu grupo atual podem obedecer aos dois maiores mandamentos, amar a Deus com tudo o que são e amar os outros como amam a si mesmas (Marcos 12.28-31)? Todos podem! E isso significa que todos eles têm o potencial de liderar um pequeno grupo próspero.
A participação é a chave para o crescimento. À medida que os membros participam, eles se tornam ministros de Jesus Cristo. Eles aprendem como amar uns aos outros, usar seus dons e evangelizar. Eles compreendem que não tem problema falhar, contanto que aprendam com seus erros e continuem tentando. Jesus os molda enquanto ministram, e eles se tornam discípulos no processo.

Texto: Joel comiskey

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DEVO IR ATRÁS DE UMA OVELHA PERDIDA?

Devemos buscar uma ovelha que se perdeu? Por isso, é preciso que se use a Palavra como parâmetro antes de qualquer comentário: Lucas 15:1-32.

O capítulo 15 do Livro de Lucas fala de coisas perdidas: a ovelha perdida, da dracma perdida e do filho perdido. Traçando um paralelo, este texto fala de três tipos de ovelhas perdidas, bem como, a maneira de lidar com cada uma delas, veja:

1º caso – A ovelha perdida

Quando a Bíblia fala da ovelha perdida, menciona que eram cem ovelhas e uma se perdeu. Esta uma que se perdeu, ela estava no meio do rebanho que, talvez, por falta de atenção ou de vigilância, ela se perdeu.

O que fazer quando a ovelha que estava no meio do rebanho se perde por falta de atenção ou vigilância?

A Palavra diz que o pastor das ovelhas deixou as noventa e nove guardadas e foi atrás desta “uma” que se perdeu.

Trazendo para a realidade dos dias de hoje, a ovelha que, por algum deslize, se misturou com pessoas erradas ou voltou para o mundo e está com vergonha, o Pastor precisa ir atrás. Ela está perdida e precisa de uma direção.

2º caso – A dracma perdida

O texto conta que a mulher perdeu a dracma em sua própria casa. Ao se dar conta que havia perdido, ela decide procurar, levando “luz” a sua casa.

Este exemplo pode ser comparado às pessoas que se perdem dentro da “própria casa”, ou seja, ovelhas que estão perdidos dentro da própria Igreja. Irmãos que estão desanimados, que se entristeceram com alguma coisa ou que tiveram problemas com outros irmãos e não saíram da Igreja, mas estão perdidos e nem sempre vêm aos Cultos ou vão aos GVs. E neste caso, o que se deve fazer?

A Palavra diz que a mulher, ao se dar conta, ela limpa a casa e leva “luz” para procurar. Por isso, quando este é o caso, é preciso trazer a ovelha para conversar, limpar o coração dela e levar a “luz” do entendimento ao assunto que ela não está entendendo e  estava deixando confusa. É uma pessoa que pode e deve ser recuperada.

3º caso – O filho pródigo

O que a passagem diz a respeito deste filho? O texto diz que ele mesmo decidiu ir embora de sua casa. Ele exigiu de seu pai os “seus direitos” e foi embora. E o que este pai fez? Este pai, simplesmente, o deixou ir. Perceba que este pai não foi atrás do filho e nem o impediu de ir. Antes, ficou dentro de casa com uma grande expectativa e fé de que o filho cairia em si e voltaria. Tanto é que, quando o filho decidiu, também por si só, voltar, este pai estava esperando de braços abertos para recebê-lo.

E qual o ensinamento que esta história traz?

Esta parábola nos faz entender que existem pessoas que sairão da Igreja com uma atitude como a do filho pródigo, uma atitude rebelde, de desonra, às vezes, até maligna e, a atitude que se aprende aqui é que se deve deixar este filho seguir a sua decisão de ir, ou seja, não se deve ir atrás. Deve-se, sim, ficar em casa em oração e sempre mantendo a expectativa e a fé de que este filho vai cair em si e voltar para casa.

Não esquecendo que, quando o filho volta, a atitude correta da Igreja é abraçar o filho, novamente.

Diante da Luz desta Palavra, resolver situações difíceis que envolvam ovelhas que se afastam ou desanimam, fica muito mais fácil. Basta que se identifique em qual situação a ovelha se encontra, seguir o que a Bíblia nos ensina e colher os frutos de se ter uma Igreja madura

                      Autor: Bruno Monteiro

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SETE CARACTERÍSTICAS DA LIDERANÇA DE JESUS

Sete características da Liderança de Jesus

De acordo com a Bíblia, Jesus tinha trinta anos de idade quando começou seu ministério. E nesse tempo Ele operou milagres, curas e libertação. Tudo que fazia era perfeito aos olhos do Pai. Em tudo Jesus agradava a Deus (Lucas 3.22).
Se desejamos em tudo agradar a Deus, precisamos ser iguais a Cristo. É necessário nos espelharmos naquilo que Jesus foi e ainda é. Característica Da Liderança de Jesus
E, dentro desse contexto, existem sete características que nos leva a refletir sobre a personalidade de Jesus e como Ele tinha êxito em liderar.
1. Ser cheio e guiado pelo Espírito Santo. Jesus era dependente de Deus e pedia sua direção em tudo o que fosse fazer.
2. Nunca perca a oportunidade de manifestar o poder de Deus em você. Onde tinha enfermos, endemoniados, cegos, Ele curava. Onde tinha falta ou pouco alimento Ele multiplicava. Onde havia necessidade Jesus atendia e onde tinha dor curava.
3. Aprenda a valorizar as pessoas. Jesus valorizou o rico, o pobre, os homens, as mulheres, as crianças, valorizou a todos não importasse a posição em que estavam. Ele dava atenção a todos.
4. Ter disposição de servir. Amar é servir. Jesus assumiu a forma de servo na terra (Filipenses 2.7). Não tem como servir a Deus sem lavar os pés dos homens. Jesus mesmo sabendo da traição de Judas, nada tirou suas convicções, porque sabia que seu papel era servir e cumprir com seu propósito (João 13.1-17)
5. Jesus não se gloriava em Si, tudo apontava para o Pai (João 8.28; 12.49,50). Não tentava provar que era o melhor líder, porque não queria glória nenhuma. Jesus fazia tudo por causa do Pai.
6. Jesus discipulou com qualidade e profundidade. O próprio Jesus entendeu que precisava multiplicar e formar discípulos, que precisava de uma equipe. Ele não fez discípulos de qualquer jeito, Ele formou discípulos que carregaram o seu legado e tornaram-se colunas. Isso só aconteceu porque Jesus investiu com a sua própria vida.
7. Jesus se dispôs fazer a vontade de Deus. Quando Ele estava no Getsêmani, teve grande agonia, mas foi forte até o fim e cumpriu o propósito maior, que tinha o objetivo de salvar a humanidade.
Texto: Natasha Carvalho com ideias de Elisete Oliveira

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PERSISTÊNCIA

Persistência. Determinação. Pressão. O ministério bem-sucedido da igreja é como correr uma maratona e não uma corrida de 50 jardas. A corrida requer persistência. Muitos começam bem, mas não terminam. A diferença? Persistência.
O tomateiro cresce rapidamente e fornece resultados imediatos, mas morre no final de um ano e precisa ser replantada. O coqueiro, por outro lado, é plantado apenas uma vez, mas dura toda a vida.

A persistência na visão Atos 2020 que vem da crença em valores bíblicos é como plantar um coqueiro. Pegar atalhos pode trazer resultados imediatos, mas o fruto não durará. Você está plantando um coqueiro ou um tomateiro? 
Não desista. Persistência e determinação são os ingredientes para a vitória da Visão Atos 2020 ao longo do tempo. Você verá o avanço. O melhor ainda está por vir – se você persistir.

                                                                              Adaptado no texto de Joel Comiskey

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O QUE É UM GV ?

O QUE É UM GV
Congregar não se resume apenas em louvor e pregação, mas também à oração e ministração uns aos outros (Hebreus 10.24,25). Cada membro do corpo de Cristo é um sacerdote e deve servir a seus irmãos no Senhor, e o GV é onde este princípio pode ser praticado de maneira mais efetiva. Um GV é constituído de seis (6) a dezesseis (16) pessoas, reunindo-se semanalmente para aprender como tornar-se uma família, adorar o Senhor, edificar a vida espiritual uns dos outros, orar uns pelos outros e levar pessoas ao Evangelho.
Cada GV deve ter no mínimo seis pessoas e não é ideal que ultrapasse o limite de dezesseis. Os grupos de Moisés eram constituídos de 10 (Êxodo 18.21) e Jesus liderou doze. Dez ou doze pessoas são o número ideal de membros um GV. Quando atingir o limite de quinze ou dezesseis pessoas, o GV deve se multiplicar com sucesso.
QUALQUER GRUPO COM AS SEGUINTES CARACTERISTICAS NÃO É UM GV
Grupo fechado, criado só para as pessoas de um departamento da igreja;
Qualquer grupo que não tenha a multiplicação como objetivo;
Qualquer grupo que não se submeta à liderança geral dos GV’s;
Qualquer grupo que seja apenas uma reunião social.
Cuidado! Não se engane! Esses grupos acima não são GV’s!
ONDE O PG SE REÚNE?
A maioria dos GV’s se reúne em residências. 
Ao compartilhar sua visão, você irá trazer seus principais formadores de opinião à cooperação. Você estará apertando neles um botão “ligar”. Eles se tornarão seus consultores e aliados para a introdução das mudanças planejadas. Tenha-os ao seu lado, e não contra.

Texto extraído da apostila de TLG pg.08

 

 

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ANFITRIÕES PERMANENTES X ANFITRIÕES ROTATIVOS

Admiro pessoas hospitaleiras. Estou me referindo àquelas que sempre estão dispostas a abrir suas casas e se sacrificar pelos outros. É assim que eu quero ser. Por quê? Porque é assim que é Deus. Deus ama as pessoas. Ele chama a igreja de Sua família e promove o amor acima de todas as outras características. Na verdade, Ele disse que, pelo nosso amor, o mundo saberia que somos seus discípulos.
É difícil quando as pessoas vão embora tarde e espera-se a limpeza. É difícil quando penso em muitas tarefas para ser hospitaleiro. No entanto, minha oração é que Deus me faça mais como Ele.
Na sociedade de hoje, a hospitalidade está se tornando uma arte perdida. As pessoas são muitas vezes possuídas por suas posses, insistem em seu tempo pessoal e abrem suas casas cada vez menos.
Nos tempos do Novo Testamento, a hospitalidade retratou a mensagem do amor de Deus através de Sua nova família. Porque a Igreja Primitiva se encontrava em casas, a hospitalidade era uma prática natural e necessária. Isso ajudou a promover laços familiares entre os crentes e proporcionou um cenário para moldar e reforçar uma nova identidade.
Essa hospitalidade não era apenas prática, mas era vista como realmente participar do ministério evangélico. João, o apóstolo, diz: “Amado, procedes fielmente naquilo que praticas para com os irmãos, e isto fazes mesmo quando são estrangeiros, os quais, perante a igreja, deram testemunho do teu amor. Bem farás encaminhando-os em sua jornada por modo digno de Deus; pois por causa do Nome foi que saíram, nada recebendo dos gentios. Portanto, devemos acolher esses irmãos, para nos tornarmos cooperadores da verdade” (III João 1.5-8).
Deus está nos chamando, sua Igreja, para abrir nossos corações e casas para os outros. Vamos ser hospitaleiros.

Baseado no texto de Joel Comiskey

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JOVENS NA VISÃO ATOS 2020

Você está trabalhando na Visão Atos 2020, e tem jovens na sua igreja, e você não como inseri-los na visão?
No texto que segue uma orientação maravilhosa que vai fazer com que sua juventude se multiplique de forma bíblica e saudável.

Moldados, Lapidados, Treinados e Enviados

Quando Jesus deu a Grande Comissão a seus discípulos, eles sabiam exatamente o que Ele queria dizer. Afinal, Jesus praticamente a demonstrou. Jesus desenvolveu seu próprio grupo de doze homens e os pastoreou por três anos. Naquela atmosfera, os discípulos eram moldados, lapidados, treinados e, então, enviados adiante. Esses mesmos discípulos se tornaram os líderes-chave da Igreja Primitiva.
Jesus não só ministrou com esses discípulos durante os três anos de ministério, mas depois os enviou às casas para estabelecerem igrejas domésticas que se multiplicariam e infiltrariam as comunidades vizinhas (Lucas 9 e 10). Em outras palavras, o ministério de casa em casa em pequenos grupos era a forma pela qual Jesus fazia discípulos, e ele esperava que seus discípulos fizessem o mesmo. As casas ou apartamentos eram muito pequenos no mundo antigo, e eram lugares de encontro excelentes para fazer discípulos.
Os pequenos grupos ainda são o melhor cenário de treinamento para futuros discípulos. Jose Abaroa, ministro de jovens na Cypress Creek Church em Wimberley, Texas, desafia seus jovens a se tornarem discípulos liderando pequenos grupos chamados “Grupos de Comunidade” nos campus de Ensino Médio. Ele espera muito de seus jovens, e eles respondem liderando e multiplicando pequenos grupos de jovens. Os pequenos grupos no campus se reúnem no horário do almoço por uma hora e meia. Os grupos são dinâmicos, divertidos e encorajadores. Os jovens que lideram os grupos crescem mais do que os que apenas os frequentam à medida que são desafiados a confiarem que Jesus vai usá-los. Jose acredita confiantemente que seus estudantes são líderes capazes e que podem ministrar efetivamente a outros estudantes enquanto se tornam discípulos no processo.
Jose também reúne os pequenos grupos de jovens no domingo como uma congregação. “Eles precisam saber que não estaremos lá por eles”, ele me disse. Jose é apaixonado pelo ministério de pequenos grupos porque ele mesmo nasceu de novo e foi discipulado em um pequeno grupo da Cypress Creek no campus da Texas State University em San Marcos. Jesus transformou Jose no grupo de comunidade, e ele quer que outras pessoas experimentem Jesus da mesma forma, incluindo os estudantes do Ensino Médio.
Alguns reagem negativamente à palavra “discípulo”, mas o significado original simplesmente quer dizer pupilo ou aprendiz. Depois da ressurreição de Jesus, a palavra discípulo foi ampliada para incluir palavras como crente, santo, cristão, e irmão ou irmã em Cristo. Por quê? Porque depois de Pentecostes, Deus estabeleceu a Igreja, o ajuntamento dos crentes, como o principal lugar onde o discipulado ocorria.
Os pequenos grupos de jovens são uma forma emocionante de fazer seguidores de Cristo que são moldados, lapidados e transformados no processo.
Joel Comiskey

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MELHORES EXERCÍCIOS PARA GANHAR MÚSCULOS ESPIRITUAIS

No filme de “Karatê Kid” (1984), um estudante entusiasmado de artes marciais está desapontado quando sua primeira lição envolve a limpeza e a depuração do carro de seu mestre. Dia após dia, Daniel questiona o ponto de tarefas laboriosas, como lixar um chão de madeira, retocar uma cerca e pintar a casa do senhor Mi yagi. Mas quando este finalmente começa a ensinar-lhe movimentos de karatê, Daniel fica impressionado ao descobrir que ele desenvolveu a memória muscular ideal para seu novo conhecimento de karatê.

Pastores e líderes que desejam discipular outros crentes podem aprender com o exemplo do senhor Miyagi, porque é o mesmo método de ensino que Jesus usou para treinar seus discípulos.

Jesus aproveitou as oportunidades diárias para estabelecer bases para aprender antes de contar aos discípulos o que Ele queria que eles conhecessem. Ele ensinou aos 12 a confiar na provisão de Deus, envolvendo-os na alimentação dos 5.000. Ele condenou o racismo e transmitiu uma visão para missões, apresentando-os à samaritana no poço de Jacó (João 4.5-43). Ele lhes ensinou o custo de servir enquanto lavava os pés. Ele usou a imagem de redes de pesca e campos de colheita para ensiná-los sobre o ministério.

Só depois de terem observado no trabalho e participado de Seu ministério, Jesus começou a explicar tudo para eles. Naquele ponto, eles eram solo fértil para tudo o que Ele queria que eles entendessem.

No mundo ocidental, ensinamos primeiro, e depois fazemos. Mas isso é o inverso do exemplo que Jesus estabeleceu para nós. Pela a ação do Espírito Santo, as reuniões de discipulado semanais, nas quais aprendemos e ensinamos concomitantemente, promovem transformação de vida.

As experiências, os testemunhos permitem que as pessoas se desenvolvam até o ponto de elas absorver o pensamento abstrato, os princípios espirituais. Para um discípulo entender completamente algo que está sendo ensinado, ele precisa de uma oportunidade para vê-lo ou experimentá-lo primeiro. Depois disso, pelo resto da vida, esse discípulo estará sintonizado com os princípios divinos.

Ao longo da vida, a crescente maturidade de um discípulo permitirá que ele pense sobre conceitos espirituais de forma mais abstrata e seja menos dependente de métodos concretos de aprendizagem. O conhecimento que ele/ela acumulou no passado desenvolve sua capacidade de processar informações no futuro.

Assim, semelhante ao filme, o discipulador exerce a função treinador, de personal traine, e ajudará o seu discípulo a malhar nessa academia divina, a ganhar massa muscular e a desenvolver seus músculos espirituais, para a glória de Deus.

Com ideias do pastor Scott Attebery

 

 

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COMO MINISTRAR UMA BOA OFERTA

A reunião dos grupos de vida é uma das três principais reuniões da nossa igreja. As outras duas reuniões principais são o Culto de Celebração e o CT (Culto Treinamento). Assim,a oferta no grupo de vida é tão importante quanto á oferta nas outras duas reuniões.

A oferta,além de um ato espontâ neo de adoração ao Senhor, demonstra nossa gratidão pelo Seu amor, Sua graça e Suas provisões em nossa vida. Os membros devem entender a seriedade do trabalho que a igreja realiza,e sentir-se parte desse grande projeto. Na ICPI  CENCO podemos ver o seguinte: A igreja realiza um poderoso trabalho missionário e a igreja presta auxílio social a dezenas de pessoas mensalmente, ajuda no transporte das pessoas carentes - sem custo para elas - para a celebração e CT.

A oferta do grupo de vida ou da igreja não deve ser ministrada de maneira tímida ou de maneira obrigatória, rapida mente, quase pedindo descu lpas por "ter que fazer essa parte inconveniente" na reunião. Ao contrário, a ministração da oferta deve ser feita de forma ungida, séria e alegre ao mesmo tempo, inspirada e completamente dirigida pelo Espírito Santo.

"Também, irmão vos fazemos conhecer a graça de Deus concedida às igrejas da Macedônia... pedindo-nos, com muitos rogos, a graça de participarem da assistência aos santos .... Como, porém, em tudo, manifestais superabundância, tanto na fé e na palavra como no saber, e em todo cuidado, e em nosso amor para convosco, assim também abundeis nesta graça" (li Coríntios 8. 1,4,7).

 

 

 

 

 

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OVELHAS DESVIADAS E PERDIDAS

Devemos cuidar bem do rebanho de Deus, e as ovelhas desviadas e perdidas precisam de nossa atenção. Ambas estão fora do caminho do Senhor em níveis diferentes e devem ser trazidas de volta.
As ovelhas desviadas
Há muito a dizer sobre isso. São aqueles que se afastaram do caminho, ou andam por caminhos complicados ao redor do aprisco. Erraram o alvo e ainda pensam que estão certas.
Conhecer a Jesus significa conhecer um Salvador digno de confiança. Precisamos compreender as razões que as levaram a se afastar da graça de Deus ou da comunhão do corpo: graça para voltar para Cristo, graça para manter-se com Cristo, e graça para retornar a Cristo. Precisamos vivenciar e levar aos seus corações o texto da Palavra de Deus, que diz. “Portanto, dize-lhes: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Tornai-vos para mim, diz o Senhor dos Exércitos, e eu me tornarei para vós outros, diz o Senhor dos Exércitos” (Zacarias 1.3).
As ovelhas perdidas
Este caso é bem mais sério. A “perdição” desta ovelha pode ser algo bem mais complexo, pois ela pode ter se afastado para tão longe do aprisco e do pastor que elas não sabem mais quem são ou onde estão. Estas estão perdidas interiormente.
Não podemos nos empolgar com uma grande frequência na igreja, com os números altos. Casa cheia não quer dizer necessariamente saúde espiritual e compromisso profundo. Precisamos ter certeza de que cada pessoa está profundamente relacionada com o corpo todo, e servindo ao Senhor com alegria.
É responsabilidade de cada pastor e líder garantir que ninguém esteja distante da comunhão do corpo. Todos os supervisores, e até líderes de grupos de vida, devem chamar para si a responsabilidade de ir atrás das ovelhas, seja em qual for a condição acima em que se encontrem.
Ezequiel 34.4 diz que os pastores dominaram com dureza e brutalidade sobre as ovelhas. 
Deve ser o contrário: devemos ser amorosos, solícitos, e garantir que todo mundo seja bem tratado, amado, e receba palavras claras, onde a motivação e o coração do pastor seja claramente comunicado, sem deixar dúvida alguma.
Devemos nos humilhar muito, pedir muito perdão, quando as ovelhas têm qualquer queixa. Quando assim o fazemos, temos surpresas esclarecedoras, mas nem sempre agradáveis, pois descobrimos que em algum lugar, de alguma forma, “pisamos na bola”. O sucesso não justifica algumas atitudes erradas para com os outros. Precisamos garantir que nenhuma ovelha fique triste por nossa causa. (Pr. Abe Huber)

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A IMPORTÂNCIA DA ORAÇÃO

Paulo escreveu a epístola aos Colossenses no final de sua vida, e vale ressaltar que uma de suas exortações finais era sobre a oração. Ele disse: “Dediquem-se à oração, estejam alertas e sejam agradecidos” (Colossenses 4.2). A palavra grega para dedicar significa literalmente comparecer constantemente. Paulo está escrevendo à igreja doméstica colossense como um grupo. Embora devêssemos aplicar essa verdade a cada convertido, o contexto da escrita de Paulo é a igreja reunida. Há poder quando a igreja se reúne para orar.
Deus ama responder à oração quando Seu povo clama a Ele. Na igreja primitiva, Pedro estava atrás das grades, preso por correntes e guardas romanos. Tais restrições não são problema para o Deus do universo em resposta às orações de Seu povo. Deus ouviu as orações da igreja que estava reunida na casa de Maria e libertou Pedro da prisão. As Escrituras dizem: “E, considerando ele [Pedro] nisto, foi à casa de Maria, mãe de João, que tinha por sobrenome Marcos, onde muitos estavam reunidos e oravam” (Atos 12.12).
Jesus gosta de aparecer e fazer milagres quando a igreja ora. Jesus disse em Mateus 18.18-20: “Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles”.
O compromisso com a oração é o arsenal que Deus deu a todo o Seu corpo de crentes. E é a arma mais importante que Deus deu à Igreja para ganhar almas e fazer discípulos.
Ouça e aplique as palavras de C.H. Spurgeon, o famoso pregador Batista Britânico:
“Como podemos esperar uma bênção se nós somos muito preguiçosos para pedi-la? Como podemos esperar um Pentecostes se nós nunca nos reunimos uns com os outros, em um só lugar, para esperar pelo Senhor? Irmãos, nunca veremos muita mudança para melhor nas nossas igrejas até que a reunião de oração ocupe um lugar mais alto na estima dos cristãos” (tradução livre de trecho do livro A Collection of Sermons, 1996).

Nos últimos 20 anos eu já mencionei várias e várias vezes que um princípio comum nas igrejas que crescem é o compromisso com a oração. E a sua igreja? Este princípio de oração é ativo e vivo? O que você pode fazer para aumentar as orações, tanto no Grupo de Vida como no culto de celebração?
Autor do texto: Joel Comiskey

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PRESTAÇÃO DE CONTAS

Prestar contas é poder contar com o apoio de pessoas que agregam valor à nossa vida.
A viúva de um dos discípulos do profeta Eliseu foi honrada por Deus porque levou a sério o princípio da “prestação de contas”. Assim que ela perdeu o marido, ficando viúva, ela procurou o profeta Eliseu e disse: “Meu marido, teu servo, morreu, e tu sabes que o teu servo temia ao Senhor. Agora o seu credor vem levar-me os meus dois filhos para serem servos”. Aqui ela está pedindo ajuda (v. 1). Ao ouvir o pedido da mulher, Eliseu perguntou: “O que você tem em casa?” (v. 2). Ela disse: “Uma botija de azeite”. Então ele dá uma instrução. “Vai aos teus vizinhos, pede bastante vasilhas emprestas, entra na tua casa, pega aquela única vasilha com azeite que você tem e enche todas as que você conseguiu com a vizinhança” (v. 4). Ela fez conforme a palavra do profeta e o milagre aconteceu. Todas as vasilhas que ela pediu emprestadas foram cheias de azeite (v. 5,6).
Após ter recebido o milagre, ela teria a opção de nunca mais procurar o profeta Eliseu administrando a venda do azeite como quisesse, afinal de contas, o milagre aconteceu na casa dela. Mas no v 7 lemos: “Foi ela e fez saber ao homem de Deus, e ele disse: Vai, vende o azeite, e paga a tua dívida. Tu e teus filhos vivei do resto” (Grifo do autor). A atitude desta mulher revelou algumas das qualidades de caráter que devemos ter:
1) Humildade, pediu ajuda;
2) obediência, seguiu as instruções.
3) gratidão, voltou para contar a bênção.
4) prestação de contas, fez saber ao líder espiritual tudo o que havia acontecido.
Pessoas que agem assim, sempre vão contar com os milagres de Deus em sua vida. As pessoas percebem estas qualidades em você? Autor do texto (Pr. Josué Gonsalves)
 

 

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LÍDER!

O que faz um homem ser um grande líder? De vez em quando, Deus chama alguém para uma tarefa tão grande que poucos podem igualar o desafio. Acima de tudo, um líder verdadeiramente excelente é visionário. Ele vê o mundo não tanto quanto é, mas como poderia ser.

O que fazem homens com esse perfil marcarem uma geração? E, mais importante, como você pode ser um desses também? Abaixo estão 11 características para ajudá-lo a pensar em muitos dos atributos mais importantes que você deseja desenvolver, caso queira ser um líder excelente, e não apenas um bom líder.

Visão: mais do que qualquer outra coisa, grandes líderes são impulsionados por grandes sonhos. Eles são atraídos por desafios. Invariavelmente, a força de suas personalidades os puxam junto com eles.

Inovação: grandes líderes dão ao mundo “ideias” que mudam a ordem existente. Eles exalam criatividade e imaginação. Eles abraçam um futuro incerto.

Sacrifício: grandes líderes se negam por um bem maior. Eles estão tão comprometidos com a sua causa que estão dispostos a arriscar a rejeição.

Integridade: em seu ciclo, os grandes líderes têm caráter inabalável. Um aperto de mão ainda significa tudo para eles. Isso inspira confiança.

Otimismo: grandes líderes possuem uma paixão que toca aquele impulso nobre em cada um de nós. Eles nos inspiram a querer ser parte de algo maior do que nós mesmos.

Nunca desiste: os grandes líderes demonstram uma crença inabalável em sua missão. Contra todas as probabilidades, eles mostram tenacidade, perseverança e fidelidade ao seu chamado. Sua motivação depende de princípios profundamente mantidos, e não de pesquisas de opinião.

Habilidade: grandes líderes possuem habilidades especiais. Eles são homens de habilidade, seja inventor, filósofo, teólogo, cientista, artista, escritor, poeta ou pregador. Possuem inteligência inata.

Sabe se relacionar: grandes líderes têm empatia e amor pelas pessoas. Suas habilidades incluem compaixão e audição. Eles se relacionam com pessoas de todos os setores da vida.

Improbabilidade: grandes líderes nunca pensam que são. Eles são marcados por uma profunda humildade. O mundo não os escolheria. E se, em suas vidas, eles se tornam grandes, são os últimos a saber.

Excelência: grandes líderes exigem excelência de si mesmos, o que nos estimula a ser como eles. Seu esforço para a excelência é muitas vezes confundido com o perfeccionismo.

Servo: grandes líderes são homens piedosos. Os grandes cristãos fazem o que fazem para trazer glória a Deus. Eles existem para servir ao seu Deus, amando e servindo aos outros.

Com ideias do pastor Patrick Morley

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MULTIPLICAÇÃO

Tema: MULTIPLICAÇÃO

Como você já sabe nossa igreja possuiu uma visão de trabalho evangelística bem definida e organizada. Trabalhamos no templo, entendendo a importância de estarmos reunidos como corpo de Cristo. Mas também atuamos com muita intensidade nas casas, com o compromisso sério de cumprir o IDE do Senhor Jesus, evangelizando, orando, anunciando o Reino, assim como os apóstolos fizeram em obediência à ordem de Cristo. Sendo assim no próximo sábado realizaremos a nossa festa da Multiplicação, festa essa que já é uma tradição entre nós, uma vez que essa será a quarta que realizaremos.

O que é a Festa da Multiplicação? A festa da multiplicação é um evento onde comemoramos todas as conquistas que o Senhor nos concedeu durante o semestre trabalhado. As vidas que foram salvas, os grupos de vida que se multiplicaram, os grupos de vida que foram abertos, as casas de paz realizadas, casas de amor, os alvos que estabelecemos para o semestre, os alvos alcançados internamente nos grupos de vida, irmãos que vão se batizar, irmãos que vão ser recebidos como membros na nossa família. Enfim, entendemos que todos esses acontecimentos é Deus agindo na vida da igreja e devemos celebra-lo por isso, agradecer por tantas coisas maravilhosas realizadas em nosso meio.

Como é feita a Festa da Multiplicação? As redes todas se mobilizam para realizar uma festa linda e poderosa para a glória de Deus. Rede Azul formada por homens e mulheres se preparam com suas camisetas personalizadas e muita alegria para celebrar. Rede Verde composta por toda a juventude da igreja, vem com toda a sua Metanoia (mudança de mente) dispostos a transformar o mundo onde estão inseridos. As crianças se vestem de vermelho para formarem sua Rede também, com direito a muita festa. O acolhimento vestido de branco forma sua Rede calorosa e receptiva para receber nossos amados irmãos. E por último o Amarelo fica por conta da adoração com a Rede de louvor  que se encarrega de animar a festa e conduzir a igreja na adoração ao Dono dessa festa. Dessa forma com as redes organizadas temos o que chamamos de Festa das Cores, na sequência a Festa das Águas (onde realizamos o batismo dos novos na fé). E para fechar não poderia faltar uma queima de fogos para marcar um momento tão importante na vida da igreja, essa é a chamada Festa dos Fogos realizada no término da celebração.

Porque realizar a Festa da Multiplicação?

Se você não sabe aonde quer ir, qualquer caminho serve. (Lewis Carroll)

Nós trabalhamos com alvos estabelecidos, pois sabemos onde queremos chegar. Temos um alvo de alcançar 100 grupos de vida, porém para alcançar esse número, precisamos alcançar alvos menores antes. Para tanto cada alvo alcançado precisa ser comemorado. Sempre tendo a consciência de que Deus é quem está dando o crescimento. Nós somos apenas os trabalhadores dessa grande ceara.

Portanto sua presença como membro dessa igreja é fundamental, afinal você tem contribuído diretamente para que tudo isso seja possível.

Então vista sua camiseta de acordo com sua rede e não fique de fora dessa linda festa.

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MULTIPLICAÇÃO - Um princípio bíblico.

MULTIPLICAÇÃO É UM PRINCÍPIO BÍBLICO.

Quando Jesus chamou aos homens para segui-lo, isso era um chamado à multiplicação espiritual:
Disse-lhes Jesus: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens(Marcos 1.17).

A BÍBLIA FALA DE QUATRO TIPOS DE MULTIPLICAÇÃO DA IGREJA:

O CRESCIMENTO GEOGRÁFICO:

  • O crescimento geográfico foi predito pelo Senhor Jesus:

Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra” (Atos 1.8).

  • O crescimento deveria estender-se geograficamente por todas as nações do mundo.

O CRESCIMENTO NUMÉRICO:

A igreja experimentaria o crescimento numérico conforme ela crescesse geograficamente.  O crescimento numérico da primeira igreja no livro de Atos:

A IGREJA HAVIA AUMENTADO DE:

12 para 120 membros em Atos 1.15; 
120 para 3.000 membros em Atos 2.41; 
e de  3.000 para 5.000 membros em Atos 4.4.

Muitos, porém, dos que ouviram a palavra creram, e chegou o número desses homens a quase cinco mil” (Atos 4.4).

O CRESCIMENTO ÉTNICO

  • A Igreja Primitiva também experimentou o crescimento étnico. O evangelho foi estendido além dos judeus para incluir os gentios (as pessoas de todas as nações).

É porventura Deus somente dos judeus? E não o é também dos gentios? Também dos gentios, certamente” (Romanos 3.29).

O CRESCIMENTO ESPIRITUAL:

O crescimento nos números não é a única ênfase de multiplicação espiritual. Você aprenderá que o crescimento espiritual interior é importante. Os seguidores de Jesus devem crescer em qualidade espiritual assim como em quantidade:

Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno" (2 Pedro 3.18).

Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” (Efésios 4.15).

12 FATORES PARA MULTIPLICAÇÃO

1 – O tempo devocional do líder do Grupo de Vida: Os líderes que investem 90 minutos ou mais em devocionais diárias multiplicam os seus grupos duas vezes mais do que aqueles que investem menos do que 30 minutos por dia.

2 – A intercessão do líder do Grupo de Vida pelos membros do GV: Os líderes que oram diariamente pelos membros do GV têm maior probabilidade de multiplicar seus grupos.

3 – O tempo que o líder gasta com Deus em seu preparo para o encontro do Grupo de Vida: Investir tempo com Deus, preparar o coração para um encontro do GV é mais importante do que o preparo do estudo.

4 – Estabelecer alvos:  O líder que falha na fixação de alvos, os quais os membros recordam, tem 50% de probabilidade de multiplicar seu grupo de vida. Fixar alvos aumenta essa probabilidade para 75%.

5 – Conhecer a data da multiplicação do seu Grupo de VidaLíderes de um GV que estabelecem alvos específicos para trazer ao GV (um novo Grupo de Vida) multiplicam seus grupos com mais frequência do que os líderes sem alvo.

6 – Treinamento: Líderes de Grupo de Vida que se sentem mais bem treinados multiplicam seus Gv’s com maior rapidez. No entanto, treinamento não é tão importante como a vida de oração do líder e a clareza de seus alvos.

7 – A frequência com que o líder de Grupo de Vida faz contato com pessoas novas: Líderes que fazem contato com cinco a sete pessoas novas por mês têm 80% de probabilidade de multiplicar a seu Grupo de Vida. Quando o líder visita somente uma a três pessoas por mês, as chances caem para 60%. Líderes que visitam oito pessoas novas ou mais cada mês multiplicam os seus grupos duas vezes mais do que aqueles que visitam uma ou duas. 

8 – Estímulo no Grupo de Vida para convidar amigos: Líderes de GV que encorajam semanalmente os membros para convidar visitantes, duplicam sua capacidade de multiplicar os seus grupos – em contraposição àqueles líderes que o fazem apenas ocasionalmente ou nunca.

9 – Número de visitantes no Grupo de Vida: Há uma relação direta entre o número de visitantes no grupo e o número de vezes que o líder multiplica o grupo.

10 – Encontros sociais: Os Grupos de Vida que têm seis ou mais encontros sociais por mês se multiplicam duas vezes mais do que aqueles que têm apenas um ou nenhum.

11 – Preparar auxiliares: Os líderes que preparam uma equipe para ajudar na liderança dobram sua capacidade de multiplicar o Grupo de Vida.

12 – Nível de cuidado pastoral: Visitação regular pelo líder aos membros do Grupo de Vida ajuda a consolidar o grupo.

 JESUS É O ENFOQUE DA MULTIPLICAÇÃO

“E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo” (João 12.32).

  • JESUS ESTAVA FALANDO AQUI DE SEU “LEVANTAR” NA CRUZ PARA MORRER PELOS PECADOS DE TODA A HUMANIDADE.
  • ATRAVÉS DE SUA MORTE, ELE ATRAIRIA A TODOS OS HOMENS ATRAVÉS DO PODER DO EVANGELHO. 

A MULTIPLICAÇÃO É GARANTIDA QUANDO JESUS É LEVANTADO

Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para a glória de Deus Pai(Filipenses 2.9-11).

 

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TREINAMENTO CONSOLIDAÇÃO - VISÃO ATOS 2020

Não há como prosseguir no viver em e com Cristo sem adquirir e experimentar conhecimentos essenciais para sua vida. Quem parte de "um ponto de partida" não descobre muitas vezes as belezas que o caminho da fé cristã proporciona, pois se sente perdido e confuso. Isso mostra que ainda não está preparado (madurao), e necessita seguir os passos deste preocesso para que alcance a maturidade.

Na CONSOLIDAÇÃO, você terá a oportunidade de dar seus primeiros passos e alicerçar sua fé de forma que tudo que venha aprender, a longo prazo, seja bem compreendido. Você irá apronfudar seus conhecimentos sobre Deus, sua fé e valores necessários para a vida como cristão, pois a vida cristã não é apenas "emoção", mas também "razão".

Confira o vídeo sobre a visão:

 

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Relacionamento de discípulo e liderado

Falando sobre a visão  –  Relacionamento de discípulo e liderado”

Discípulos e liderados bem motivados respondem melhor. As pessoas sabem a diferença entre ser valorizadas apenas pelo seu trabalho, sua produtividade, ou por quem elas realmente são. É claro que ovelhas bem cuidadas vão frutificar, produzir lã, leite e filhotes espontaneamente. (Ovelha sadia sempre dá muita cria). Um rebanho bem alimentado produz com mais excelência. E é bem verdadeiro o distado popular: o que engorda a boiada é o olho de seu dono. Isto significa que pasto verde é bom, mas é preciso o olho, a presença, a atenção, o calor humano para que o gado cresça seguro e estável.

Um bom relacionamento vai estabelecer um padrão para a continuidade do processo, pois quando os discípulos são amados e bem cuidados, eles vão reproduzir o mesmo nas vidas de outros, e darão continuidade ao mesmo padrão de amor e cuidado, com ênfase na pessoa.

De novo, Jesus é o nosso modelo maior: “Um pouco antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que havia chegado o tempo em que deixaria este mundo e iria para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (João 13.1).

Pergunta: Estamos amando os nossos discípulos e liderados com essa intensidade, até esse ponto?

 

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É IMPRESSINDÍVEL UM LÍDER TER VISÃO

É IMPRESSINDÍVEL UM LÍDER TER VISÃO

“A visão do líder pode determinar o sucesso ou o fracasso de todo o grupo”.

As palavras do apóstolo Paulo ao rei Agripa expressam o ponto de partida na vida de um líder, visão. “Por isso, ó rei Agripa, não fui obediente à visão celestial.” (At 26.19). Outros textos, relatando as visões de Paulo (At 16.9; 18.9).

Percebemos que as grandes mudanças eram sempre o resultado de ações de homens visionários.

A reforma protestante foi o resultado da visão de vários homens que sonharam com uma igreja diferente. A liberdade religiosa e a prosperidade que muitos países desfrutam hoje é o resultado direto dessa visão.

Definindo o que é visão

Para se entender o sentido de liderança, faz se necessário definir o sentido de visão. Se o líder não entender claramente este aspecto, todos os demais aspectos que cooperam para o surgimento de um líder eficaz ficarão comprometidos. Estudar sobre o que é visão conduz necessariamente à liderança.

O que é visão?

  1. Visão é um retrato mental claro quanto ao futuro

A visão deve ser clara. Isto é, o líder sabe exatamente o que deseja realizar e como será o resultado final. Esta clareza permite que o líder seja confiante e resoluto. O líder sempre estará olhando a sua frente.

  1. Visão é a capacidade de enxergar o que a maioria não consegue ver

Quando José, o filho de Jacó chegou ao Egito, agarrou se aos sonhos que Deus lhe dera. Conseguiu vencer os 13 anos em que foi caluniado, preso, algemado, porque se apegou aos sonhos que Deus lhe deu.

Alguém disse que visionário é capaz de transformar desvantagens r, “dez vantagem” (Gn 37-51). A visão nos faz ver as coisas, não como elas estão, mas como podem ficar. Por esta razão José chegou ao Egito como escravo e terminou como primeiro ministro, tudo por causa da sua visão.

Visão está ligada diretamente ao sonho, e esse sonho é movido através da fé.  Aquilo que o seu coração deseja ardentemente em Deus, faz você viver a disposição dessa visão, de forma que ainda que haja impossibilidade, ou pareça distante de ser realizado, cada vez que você como líder fala da visão, ela se torna mais clara e possível, não importando o tempo ou a distância.

  1. Visão é o vislumbre do seu propósito de viver.

Todos nós nascemos com um proposto bem definido. Descobrir esse propósito é a chave para uma vida sucedida na presença de Deus e dos homens. Líderes autênticos têm convicção da sua vocação e chamada.

  1. A Visão é a evidência de que o líder sabe para onde vai e porque está indo

“Se você não sabe pra onde quer ir, qualquer lugar serve”,  o líder precisa ter a clareza de onde está indo, a visão tem a ver com o tema principal do seu  ministério, o líder precisa ter a convicção de que sua visão o leva para aquilo que foi designado por Deus para realizar. Deus te chamou para desenvolver um ministério eficaz, com resultados, com crescimento, com progresso. Quando o líder sabe para onde vai, faz se necessário uma análise constante de todos os passos que são dados. Através da avaliação é que se pode ver o resultado, e o quanto estamos longe ou perto do traçado na visão.

  1. Visão é um sonho gerado por Deus no coração do homem

Toda visão para exercer a liderança cristã, nasce no coração de Deus. A visão sempre vem de Deus:

- Deus deu para Noé a visão de uma arca para ser construída (Gn 6. 13-16).

- Deus deu para Abraão a visão de uma terra a ser conquistada (Gn 12.1,2).

- Deus deu para Neemias a visão de uma terra a ser conquistada (Ne 1).

- Deus deu para Moisés a visão da libertação de um povo do Egito (Ex 3. 1-14).

-Deus deu para Davi a visão de um reino (1 Sm 17).

 

A visão existe para estabelecer um elo entre missão e ação. A visão procede paixão. Líderes visionários são líderes apaixonados. A visão é o combustível que mantpem a chama da paixão acessa.

Como está a sua paixão pela sua visão?

 

texto adaptado: 

37 Qualidades do lLíder que nínguem esquece - Josué Gonçalves 

Editora Mensagens para todos, 2008

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